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Alcachofra sim, mas não de Laon

por pintolaranja, em 30.03.15

Já tinha provado alcachofras em conserva, muito francamente não gosto.

Há tempos vi um vídeo numa app que comprei que explicava como preparar alcachofras frescas e vai daí que resolvi experimentar.

Aproveitei e preparei um vinaigrette que encontrei num livro lá por casa e toca de provar.

Agora sim, estou convencida! Vale a pena comer alcachofras 

 

Alcachofra:

  1. Cortar as pontas rijas
  2. Abrir ao meio
  3. Esfregar as partes cortadas com limão para não escurecer
  4. Depilar (não estou a gozar) o interior
  5. Mais uma esfrega com limão mesmo no miolo
  6. Colocar as duas metades com a parte cortada virada para baixo numa panela com água e sumo de meio limão
  7. Deixar cozer até se conseguir espetar bem uma faca

Vinaigrette (também serve para temperar saladas):

  1. Azeite a gosto
  2. Sal
  3. Alho picado
  4. Cebola picada
  5. Pimenta branca q.b.
  6. Vinagre a gosto

Pronto, estando a alcachofra cozida toca de desmantelar a dita e deixar arrefecer.

Servir fria com o vinaigrette (ou se preferirem deixem-no numa taça à parte e vão molhando consoante vos apeteça).

 NJoy!

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Mas afinal o que é o caril?

por pintolaranja, em 23.03.15

Andei em busca da melhor descrição e a mim parece-me que a versão inglesa tirada da wikipédia é a melhor. Pelo menos até agora.

Não é o molho, não é folha de uma planta, não é o pó de especiarias.

Murraya koenigii, conhecida como árvore do caril, só é conhecida dessa forma porque a folha aromática que ela dá é utilizada em muitos caris feitos pelo mundo fora.

O mesmo se passa com as misturas de especiarias trituradas em pó. São utilizadas para fazer diferentes caris, e portanto muita gente acha que caril é tudo o que leva essa mistura.

Também não acredito no que diz no site da vaqueiro, que a palavra caril foi inventada por um inglês. Adaptada, talvez. O inglês ouviu a palavra kari (oriunda do Sri Lanka) e disse-a com o seu belo sotaque criando mais um anglicismo.

E os portugueses ou adaptaram do inglês ou fizeram a mesma coisa transformando-a num portuguesismo :)

Kari efectivamente significa molho, mas em boa verdade existem caris com e sem molho.

Resumindo: caril é um conceito. E entre estas 3 coisas que acabei de dizer, o elemento comum é uma mistura forte de especiarias.

 

E pronto, pegando no conceito, aqui fica um caril de galinha com vegetais variados.

Alourei uma mistura de alho e cebola, deitei a galinha para largar sucos para a mistura, um pouco de pó de caril, mais uma pitada de sal e pimenta, um pouco de harissa, depois juntei alguma água, deixei cozinhar mais a carne e finalmente juntei os vegetais.

Cozinha sempre em lume brando.

NJoy!

 

 

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O que é um pavê?

por pintolaranja, em 16.03.15

Questão muito importante.

Farto-me de ouvir falar em bolo pavê para aqui, bolo pavê para acoli... e diga-se de passagem acabei de descobrir que o bolo pavê de que mais ouvi falar não tem nada de pavê. Tem mais de pão de ló, diria, mas isso é outra história.

Um pavê essencialmente é um conjunto de camadas de biscoitos ou bolo humedecidas com sumos ou caldas intercaladas com cremes, frutas, etc.

E assim se forma o conceito de pavimento na cozinha!

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É integral... Meio

por pintolaranja, em 09.03.15

Uma ligeira variante da receita da semana passada:

  • 350g farinha para pão sem fermento
  • 150g farinha integral
  • 10g fermento para pão
  • 10g sal
  • 370g ou ml água

Seguir o mesmo método para amassar, fermentar, repousar e para cozer :)

 

NJoy!

 

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Mais um pãozinho de mistura

por pintolaranja, em 02.03.15

A receita até saiu no facebook em primeiro lugar, desta vez :)

  • 350 g farinha para pão sem fermento
  • 150 g farinha integral
  • 50 g farinha mistura trigo e centeio
  • 11 g fermento para pão
  • 11 g sal
  • 415 ml água

Eu sigo o método do Sr. Richard Bertinet para amassar o pão, mas se preferirem amassem com a máquina de fazer pão ou mesmo com uma batedeira (desde que tenham acessórios que aguentem a consistência da massa do pão).

Depois deixem a massa a repousar durante umas 4 horas.

A seguir é partir em quantas partes quiserem, colocar em forma apropriada a repousar durante mais 1 hora ou 2.

No vídeo também têm uma demonstração de como dobrar a massa antes de colocar em formas para repousar.

Aquecer o forno a 250ºC, com o tabuleiro onde vão cozer o pão já lá dentro, tem de estar quente antes de meterem a massa lá em cima.

Quando estiver quente, colocar o pão a cozer e passados 5 minutos reduzir a temperatura para 200ºC.

Se for um pão de 1kg (a massa toda) leva cerca de 50 minutos a 1 hora a cozer.

Se dividirem em 2 pães talvez chegue meia hora. Podem ir verificando com o mesmo método que se usa para ver se os bolos já estão cozidos (espetar um palito e ver se sai limpo, mas aqui talvez seja melhor usar um espeto de pau que seja mais comprido).

 

NJoy!

 

 

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